Corro para o Alvo

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3.14-15

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Conectado pela Graça Divina

O Espírito Santo mora em mim. Mora por causa da graça de Deus. Eu sou homem fraco "que depende do seu amor".

Ao mínimo descuido lá estou eu pecando. Como eu preciso estar ligado a ele, porque quando a mente se vai para longe, bem cedo encontra o pecado.

Jesus nos disse para vigiarmos: a carne é fraca, mas o espírito está pronto. Se ando no caminho do espírito, encontro sempre ao meu lado o Espírito Santo que me conduz em santidade. Portanto, preciso dar lugar ao Espírito Santo para que eu viva sempre pronto, sempre próximo do Senhor, sempre ligado no Espírito Santo.

Reconheço que não há em mim, na minha natureza humana, algo que possa me manter com a mente sã, fortemente associada aos preceitos e conceitos de Deus. Só mandando embora o pecado, que tão de perto me rodeia, poderei viver a vida de Deus, pois a vida da carne sorrateiramente se manifesta e muda as perspectivas e tendências espirituais há tão pouco tempo vividamente presentes no coração.

A possibilidade de pecar existe, e, infelizmente, às vezes eu peco, portanto devo constantemente revestir-me do Senhor Jesus. Devo permanecer cheio do Espírito Santo e com a consciência também cheia do Espírito Santo, pensando em Deus, falando com Deus, lembrando de Deus, estudando a Palavra de Deus e orando.

Preciso constantemente concordar com Deus, pois quando seguimos o curso natural da mente, nem mesmo identificamos a presença de Deus ao nosso redor. Parece que Deus some, pecamos, e só percebemos o agravo depois de tê-lo cometido. Que coisa mais triste! Perdemos Deus e só o achamos alguns pecados depois. 

Oração

Senhor, é triste isso, pois o Senhor é tão bom e perfeito! 
Que o Senhor nos ajude a seguir os teus conselhos, pois eles nos previnem acerca do que pode se manifestar em uma vida sob o domínio da natureza humana. Que coisa esquisita, mas o comportamento de filho, servo, ovelha, de repente pode se transformar em um comportamento de um servo do pecado, da "compulsão irresistível (na carne, é claro)". 

Ainda bem que o teu sangue nos purifica do pecado, pois não queremos, como teus filhos, satisfazer a quem é contrário a ti, nem ao mundo, nem à carne, nem ao diabo.

Reconheço que nada sou e que sou sustentado somente por ti.


Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tropa de Elite 2 e O Crente Fanfarrão


Olá pessoal,

Recebi esta mensagem de um amigo e resolvi postá-la para que outros também possam ter uma reflexão.
Demorou 34 anos para que, enfim, um filme ultrapassasse o recorde de público de Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), que levou aos cinemas 10,73 milhões de pessoas. Nesta quarta-feira (8), Tropa de Elite 2 tirou a coroa do longa-metragem de Bruno Barreto após atingir a marca de 10.736.995 de espectadores. Devastado pela pirataria,o antecessor de José Padilha levou apenas 2,5 milhões de pessoas aos cinemas, pois a maioria acabou assistindo em casa mesmo, com uma cópia pirateada. Foram, no total, mais de 5 milhões de DVDs ilegais. Nem capitão Nascimento pode deter tanto crime.

Porque um filme deste gênero faz tanto sucesso? Enumeramos algumas das possíveis respostas:
• Exterior sem interior.
• Palavras sem vida.
• Fé sem obras.
• Um mundo ímpio, lotado de pessoas religiosas.
• As pessoas frequentam a igreja, mas não mudam a vida.
• A igreja evangélica brasileira cresce em número, mas não em compromisso.
• Tem número, mas não tem vida.
• O lazer, a diversão, o culto ao corpo, o culto ao estômago, está tomando o lugar de Deus.
• Escola dominical não dá lucro.(as entradas são poucas)
• Correndo atrás das últimas novidades.
• Examinando pouco a bíblia.
• A luz interior é mais importante do que a Palavra revelada.
• A experiência é mais importante do que a Verdade.
• As emoções estão no trono e a razão destronada.
• A salvação, mas não o Salvador.
• As bênçãos e não o abençoador.
• As dádivas e não o compromisso.

Enviado por Riba Ribeiro da banda Supernovavida

segunda-feira, maio 25, 2009

ORANDO COMO JABES - UMA ORAÇÃO COM CONTEÚDO

 

1 Crônicas 4.9-11

Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh Deus, eu te peço que me abençoes e alargues as minhas fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição. E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido. (1Crônicas 4.9-11)

1. INTRODUÇÃO
Como uma pérola, a oração feita por Jabes (ou Jabez) está incrustada na grande genealogia de 1 Crônicas, na forma de uma curta (curtíssima) biografia. Pouco sabemos a seu respeito, além do que informa o texto de 1Crônicas 4.9-11.
A seção contém informações sobre Jabes e a oração que ele fez. Dele a Bíblia diz que sua mãe lhe deu este nome (que significa "dor", "tristeza") em função do parto difícil que teve. Também dele as Escrituras informam que Deus respondeu à sua oração, concedendo-lhe conforme pedira.
Em torno desta pequena oração, uma das mais curtas da Bíblia, o pastor Bruce H. Wilkinson, atualmente vivendo no Alabama, escreveu um também curto livro (The Prayer of Jabez [Multnomah Publishers], ainda sem tradução para o português), que já vendeu seis milhões de cópias nos Estados Unidos (dados de julho de 2001). Sua proposta é que todo cristão repita diariamente esta oração, como o autor faz há mais de 30 anos, depois de a ter descoberto pelas mãos de um dos seus professores no seminário.
O maior mérito do livro é trazer para a luz um texto escondido numa genealogia, sobre a qual pulamos quando estamos lendo a Bíblia. A história de Jabez é impressionante e tem muito a nos ensinar. A oração que ele fez é uma prece bíblica, que guarda muita proximidade com a oração que Jesus Cristo ensinou.
Evidentemente, a oração de Jabez não deve e não pode ser vista como uma fórmula mágica para abrir o coração de Deus. Não se pode abrir o que está aberto. De igual modo, esta oração não pode ser vista como um mantra que se repita à exaustão, mesmo porque Jesus condena as vãs repetições quando nos ensina a orar (Mateus 6.7).
Antes, esta oração deve ser vista como uma demonstração do poder gracioso de Deus, que atende os nossos pedidos. Esta prece deve ser vista também como um ensino profundo acerca da oração. A experiência de Jabez é um desafio para as nossas vidas, desafio e consolo; se Jabez foi abençoado, eu também posso. A oração de Jabez é um modelo para nós, sobre o modo como devemos comparecer perante Deus.

2. RELIGIÃO NÃO É CONFORMISMO
O texto começa e termina de modo informativo. Jabes era um israelita criado para fracassar, pois que recebera um nome terrível de sua mãe: "tristeza". Esta herança, gerada a partir do seu nascimento, era um peso que lhe acomparia o resto da vida. No entanto, ele não aceitou esta maldição e invocou o Deus de Israel, pedindo para ser abençoado, para ter ampliado o seu patrimônio, para ser preservado do mal, que faria com que escrevesse uma história bem diferente do que se prenunciava. Informa a Bíblia que Deus o escutou, concedendo o que pedira. Graças à bênção de Deus, Jabes se tornou o membro mais ilustre de sua família, tão ilustre que ninguém mais é mencionado; só ele.
A oração foi o recurso que Jabes usou para pedir que Deus o livrasse de sua herança, marcada no nome e no tamanho da sua propriedade. Jabes não se tornou uma vítima da maldição recebida. Jabes não aceitou os limites que a vida queria lhe impor.
Jabes teve consciência da tragédia que seria sua vida e pretendeu mudá-la. Jabes tinha consciência do que era interiormente e do que era materialmente. Jabes não quis ser o que era e não quis ter o que tinha. Jabes queria ser mais do que era e ter mais do que tinha.

1. Jabes não aceitou o significado do seu nome. A escolha do nome de um filho tem a ver com as visões e as experiências dos seus pais por ocasião do seu nascimento. Um nome de filho é sempre a expressão de um desejo. Jabes era um nome novo, inventado por sua mãe, que pensou apenas no momento, não cogitando do impacto do nome ("tristeza") sobre o curso da vida do seu filho. Na antiga cultura hebraica, um nome tinha um peso muito grande e os pais eram cuidadosos nas suas escolhas. Muitos se esforçavam para que suas vidas honrassem seus nomes.
Na nossa cultura, os nomes significam menos, mas ainda significam. Conta a crônica (não-escrita) da minha família que meu nome era para ter apenas duas letras: Er. Meu pai achava lindo este nome, que significa "vigilante, atento". Meu avô materno conhecia a história de Er (narrada em Gênesis 38.7: Er, porém, o primogênito de Judá, era perverso perante o Senhor, pelo que o Senhor o fez morrer.) e não quis este nome para mim. Desde cedo aprendi o significado do meu nome ("príncipe de Deus" ou "aquele que lutou com Deus e venceu") e isto me fez muito bem.
A propósito, os pais devem ser atentos nas escolhas dos nomes dos seus filhos. Ainda acho que os mais lindos são os bíblicos, também porque são capazes de incutir na criança o sentimento de pertencimento ao povo de Deus e poder se inspirado por alguém que teve o seu nome. Há muitos homens com nomes femininos e vice-versa. Há muitos nomes com sons estranhos. Há muitos nomes que reportam personagens que deviam ser esquecidos. Em  nossa cultura, em que a maioria das pessoas não sabe os significados dos seus nomes, els não têm poder. Nem por isto, os pais devem ser menos responsáveis.
No caso de Jabes, seu nome era o resumo de uma vida anunciada. E ele não aceitou este anúncio. A recusa do significado do seu nome era a recusa das características herdadas e das características aprendidas na infância. Ele nasceu um fracassado, mas não viveria como um fracassado. Seu nome era para fazer dele um tímido, mas ele se recusou a viver andando pelos cantos e olhando para baixo. Jabes não aceitou sua herança emocional. Jabes não aceitou ser pequeno, apagado, inexpressivo, encurvado. Sua oração revela o seu desejo de ser aquilo para o que Deus o fez.

2. Jabes não aceitou as condições materiais de sua vida. Quando Canaã foi colonizada pelos israelitas, cada família recebeu uma herança inicial de terras. Os limites geralmente eram territórios de outros povos. Cabia aos novos proprietários ampliar as suas fronteiras. Muitas famílias, possuídas da síndrome de Gabriela ("Eu nasci assim, vou morrer assim"), aceitaram suas heranças, mesmo que fosse insuficientes para o sustento de todos. Outros foram à luta para ampliar seus limites. 
Jabes, quando nasceu, tinha fixado o tamanho de sua propriedade. Ele não achou que era suficiente e quis ampliá-la. E orou para que seus bens se multiplicassem.

3. A experiência de Jabes guarda uma correspondência com as nossas. Cada um de nós tem uma herança. Há muitos cristãos que receberam uma herança miserável e vivem miseravelmente, tanto no plano interior quanto no plano material. No entanto, este não é o projeto de Deus para nenhum dos seus filhos. Ele não fez você para viver num vale de lágrimas. Ele o gerou em amor para caminhar nos altiplanos da vida, nunca nos vales, jamais nas sombras. Ele o gestou com carinho; você não é o produto do acaso, nem um aborto da natureza.
Apesar do nome que sua mãe lhe deu, o Senhor não fez Jabes para ser um triste, um derrotado, um medíocre, um medroso. Deus não iria desperdiçar seu amor para fazer um "substrato de pó de nada", mas fez Jabes -- como a cada um de nós também -- pouco menor do que Ele mesmo e maior do que os próprios anjos, coroando-o -- e a cada um de nós também -- de glória e de honra (Salmo 8.5). Cada um de nós é uma obra-prima da mão do Criador. Por saber disso, Jabes retraçou seu próprio destino. Lembrando-nos disso, precisamos reescrever nossos destinos, se eles estão aquém do desejo de Quem nos fez.
A religião de Jabes não fez dele um conformista.
Apesar do país em que vivia, o Senhor não fez Jabes para viver acuado, sem futuro, sem brilho. Ele queria fazer de Jabes alguém ilustre e que contribuísse para o desenvolvimento da sua nação.

4. A crônica trajetória brasileira de injustiça, corrupção, violência e desemprego tem tornado os brasileiros um povo envergonhado de si mesmo. Nossa auto-estima nacional é baixa. Há países com menos recursos materiais e humanos do que o nossso mas que, pela consciência nacional, são grandes nações, com mais oportunidades para seus habitantes.
De fato, olhando para o horizonte brasileiro, que expectativa podem ter, em termos de emprego, os nossos jovens, que expectativa podem ter, em termos de segurança, os nossos adultos, que expectativa podem ter, em termos de alegria, as nossas crianças? As nossas expectativas são baixas, porque a nossa estima é baixa. Nós entregamos a administração das cidades, dos estados e do país a uma elite interessada tão somente no enriquecimento e no enriquecimento rápido.
Esta é a nossa herança. A herança de Jabes, no tocante à sua nação, não era melhor que a nossa. Se a aceitasse, Jabes viveria toda a sua vida no pedacinho que lhe coube, por mesquinho que fosse. Se queremos ampliar nossos próprios limites, temos que fazer do Brasil um grande país, tirando o seu controle da mão dos corruptos.
Não dá para cuidarmos de nós mesmos se não nos importarmos com o nosso país. Não haverá oportunidade para nós se não houver para todos. O vale-tudo é filho de nossa natureza decaída e da falta de oportunidades, em termos de educação, saúde e moradia. É um erro achar que resolveremos por nós mesmos os nossos problemas.
Diante da circunstâncias que lhe tiravam as perspectivas, Jabes, a partir da oração, lutou para mudá-las. Eis como devemos fazer: em lugar de permitir que as circunstâncias nos dominem, nós devemos nos esforçar para dominá-las ou para triunfar apesar delas. Não se acorrente a maldições familiares ou sociais.
Não importa a sua idade, não aceite as condições que tentam lhe impor. Não desperdice a sua vida. Não se conforme jamais. Multiplique os bens que recebeu dos seus pais. Como Jabes, não aceite a herança patrimonial que recebeu. Se não recebeu muito, apenas educação, seja-lhes grato (porque este é o maior investimento, melhor do que casa ou carro), estude cada vez mais, para ter mais que seus pais tiveram. Eles ficarão honrados. Se não recebeu absolutamente nada, deixe mais para os seus filhos. Seus pais também ficarão honrados, se virem o seu triunfo.

3. A BOA ESCOLHA
A bênção divina sobre Jabes foi um processo, não algo imediato.

1. Ela começou com Jabes alcançando uma consciência adequada de si mesmo e do seu meio. Esta consciência de suas limitações e de seus limites foi o ponto de partida para uma transformação inicialmente interior e que alcançou todas as dimensões da sua experiência.

2. Esta consciência, quando sozinha, gera ainda mais infelicidade. No caso de Jabes, ela foi acompanhada do desejo de superar os limites. Por isto, esta consciência e esta disposição talvez tenham sido a maior bênção que recebeu. Podemos inferir que Jabes era um homem de oração, porque, na situação em que estava, não conseguiria ver quem era se não fosse a partir de sua percepção e de seu relacionamento com Deus.

3. Jabes orou. Jabes não se achava um super-herói capaz de derrubar todos os obstáculos, inclusive aqueles mais interiores. Ele confiou em Deus para fazer dele um vitorioso.
Temos nós convidado Deus para fazer parte de nossa caminhada? Nossos projetos O incluem? Em nossos sonhos Ele está presente? A oração tem sido parte de nossas vidas? Se sim, triunfaremos, não importam as condições, internas e externas.

4. Jabes orou corretamente, não no sentido formal, mas no do conteúdo.
Negativamente, ele pediu para não viver a maldição que recebera. Ele pediu para não ter longe de si a mão de Deus. Ele pediu para não ser alcançado pelo mal. Ele pediu para que a tristeza não fosse a companheira da sua vida. Temos orado assim?
Positivamente, ele pediu para ser abençoado por Deus. Ele pediu para que a mão de Deus estivesse com ele. Ele pediu para que Deus o preservasse do mal. Ele pediu para ter uma vida tranqüila. Temos orado assim?
Embora correto, não é este o único tipo de oração que devemos fazer. Jabes orou por si mesmo, e isto é legítimo, como também é necessário que oremos uns pelos outros. Na sua situação aflita, sua oração pode parecer egoísta, mas não foi, porque Deus a respondeu e Deus não atende aos egoístas.

5. Jabes ousou. Jabes  tinha uma meta na vida e viveu por ela na presença de Deus. Ele ousou. Seus irmãos se conformaram e sumiram. Ele quis mais e hoje sabemos seu nome e lembramos sua experiência como válida para nós.


4. CONCLUSÃO
A oração de Jabes não deve ser vista por nós apenas como um conjunto de palavras, mas como a expressão de uma atitude de vida.

Oh Deus, eu te peço
que me abençoes
e alargues as minhas fronteiras,
que seja comigo a tua mão
e me preserves do mal,
de modo que não me sobrevenha aflição.
Em nome de Jesus. Amém.

Que a nossa vida reflita as palavras desta oração. Que as palavras desta oração seja nossa abertura para que Deus mude a nossa vida.

Pr. Israel Belo de Azevedo

segunda-feira, outubro 30, 2006

Fazendo propósito de buscar a Deus (Naamã - II Rs 5.1-27)

A Palavra de Deus nos diz que devemos buscar Aquele que é Perfeito, o Senhor Deus(Pai, Filho e Espírito Santo), o Seu Reino e a Sua Justiça (Mt. 6.33). Se buscamos, obtemos, logo que entramos no Reino de Deus e tomamos posse da verdadeira vida que só encontramos em Jesus Cristo(E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. At 4.12)

Naamã é um personagem cuja história nos mostra um pouco do Poder que há na vida com Deus, no Seu Reino, no Seu Domínio sobre nossas vidas, nas Suas soluções para nós. Ele foi um homem com uma alta posição social e com um currículo de vitórias seculares invejável, mas com uma doença incurável à época, conforme expõe o texto. (E NAAMÃ, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito; porque por ele o SENHOR dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso.v 1).

A lepra é símbolo da destruição que o pecado causa na vida do homem, e tem o seguinte ciclo:

1 – começa, sem que o homem perceba, com um bacilo (mal) que se introduz no corpo do homem (como o pecado que por algum meio entra na nossa vida);
2 – manchas aparecem na pele (a nossa imagem muda, a parte mais exterior do homem, ou seja, a forma como agimos com relação ao mundo exterior logo se altera; o sorriso fica amarelo, a confissão já não é mais entusiasmada);
3 – a doença evolui deixando a pele como que anestesiada, pois os nervos estão sendo destruídos (espiritualmente, Deus está sendo afastado da vida da pessoa e o problema que o mal causa já não é percebido por ela, já não há mais arrependimento);
4 – por último tudo isto pode evoluir para a perda de membros ou até a morte, que poderíamos comparar à ausência total de Deus, quando há dominação total pelo pecado, cujos efeitos são o medo, a insônia, depressão e outras consequências.

Naamã sabia qual era sua condição e dela se envergonhava, mas não podia por si mesmo resolvê-la. Os que estavam ao seu redor também sabiam da sua doença, inclusive a menina israelita que se compadeceu dele e lhe indicou o caminho para a cura.

Por causa das palavras da menina Naamã fez com que uma carta chegasse até o rei de Israel ordenando-lhe que o curasse (como dizemos para nós mesmos “não faça mais isto”, “não olhe mais para isto”, “não vá mais a tal lugar”, pensando com isto que o problema está resolvido) e, obviamente, o rei desesperou-se pois, conforme declarara, não era Deus para curar alguém.

Mas o Espírito Santo direcionou o profeta Eliseu para estar com o rei de Israel, e dizer-lhe que deixasse vir aquele homem, pois ele conheceria que havia um profeta naquela nação.

Quando o profeta e Naamã se encontraram, o profeta disse-lhe que mergulhasse sete vezes no rio Jordão, que não era dos mais limpos, dando a entender que a cura somente se daria por milagre, sem a intervenção de homem; mas Naamã não se contentou com esta solução pois pensava “Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, invocará o nome do SENHOR seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso”, mas seus compatriotas que o acompanhavam convenceram-no a aceitar o que o profeta dizia, e então ele assim o fez.

Após sete mergulhos estava são, curado, e o mais importante de tudo, passou a conhecer o Deus de Israel, o Verdadeiro Deus, aquele sobre quem declarou “Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel”.

O grande desafio para nós é seguirmos o exemplo de Naamã, a despeito da nossa concepção de como obtermos a cura para o nosso “mal” e do nosso intenso desejo humano de forjarmos meios para sermos mais felizes. Devemos mergulhar “sete vezes”, perfeitamente, na solução de Deus para nossa vida, nos seus perfeitos propósitos para conosco, pois somente assim, saberemos mais sobre quem é Deus, somente assim o acharemos, somente assim seremos limpos.

Façamos então este propósito: buscar a Deus todos os dias e buscarmos sempre em Deus a solução para nossas angústias, das menores às mais complexas. Shalom Adonai.

quinta-feira, outubro 26, 2006

Buscando a Deus com Fé (Abraão - Gn 22)

Este tema nos remete a alguns questionamentos, sobretudo os dois seguintes: (1) se Deus está em todos os lugares por que devo buscá-lo?, (2) se estou buscando a Deus já não estou demonstrando fé?, ao analisar a conduta do personagem de hoje teremos algumas respostas para estas perguntas.

O Senhor Deus um dia disse a Abraão (um verdadeiro homem de fé) “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi”. Abraão obedeceu levando o seu filho àquela montanha e lá levantou sua mão com uma faca para matar seu filho, pois segundo a bíblia, tinha como verdadeira a promessa que Deus lhe havia feito de que sua descendência (os descendentes de Isaque, o filho que ele estava oferecendo) seria abençoada. Por isso ele creu que ainda que matasse seu filho, Deus o ressuscitaria.

Deus encarregou-se na hora exata de dizer a Abraão que ele não precisava ir até o final naquele ato de obediência, pois o animal para sacrifício, aquele que Deus aceita como oferenda, Ele mesmo proveu para si, segundo o que já declarara Abraão a seu filho “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho (cap 22, v 8)” no início da caminhada. Um fato interessante a ser observado é que o verdadeiro cordeiro santo, oferecido a Deus, em troca dos nossos pecados, para quebrar maldições, para destinar-nos a Deus, é o Filho de Deus, o Senhor Jesus, que já naquela época estava destinado a morrer por nós, para fazer a paz entre nós e Deus.

Após esta obediência um anjo traz a seguinte mensagem de Deus a Abraão “Por mim mesmo jurei, diz o SENHOR: Porquanto fizeste esta ação, e não me negaste o teu filho, o teu único filho, Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz(cap 22, v 16-18)”, renovando a promessa feita a ele anteriormente, pois a Bíblia diz que devemos permanecer, e se retrocedermos Deus não se alegra com nossa vida.

Graças a Deus que o Cordeiro, o Senhor Jesus, foi morto e ressuscitou, e hoje nEle se cumpre a vontade de Deus para nós. Ele é o herdeiro de todas as coisas e nós juntamente com Ele, por termos aceitado o seu sacrifício, herdamos todas as coisas. Acheguemo-nos pois confiadamente a Deus unidos ao Santo Espírito para obtermos, pela graça, aquilo de necessitamos para vivermos adequadamente, e de forma honrosa nesta terra.

Ainda em Hebreus está escrito que devemos crer que Deus existe e que tem uma recompensa para nós. Não lutamos uma luta vã, nem caminhamos numa jornada inútil, mas se permanecermos com fé, tudo que pedirmos ao Senhor nos será feito, pois a fé é uma certeza e é também a própria prova daquilo que esperamos conforme Hb 11.1 ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.

Agora já podemos responder as duas perguntas: (1) devemos buscar a Deus porque Ele tem tudo de que necessitamos e (2) demonstramos fé quando vamos até o final na nossa busca, portanto, tenha fé, faça como fez Abraão, ainda que seja difícil, você se sinta fraco, você não consiga ver as coisas lá na frente, você se sinta como quem está morrendo ou sinta que está perdendo algo, como quem está sofrendo, como quem nada merece de Deus, prossiga, pois pela graça alcançaremos todas as promessas.

terça-feira, setembro 12, 2006

O Senhor nos visita

Era uma vez, um rapaz que tinha muitos problemas.
Constantemente, em suas orações ele pedia que Jesus viesse visitá-lo no seu sofrimento.

Um dia, Jesus bateu à sua porta. O jovem, maravilhado, convidou Jesus para entrar, e Jesus sentou-se no sofá da sala. Na mesinha de centro encontrava-se uma bíblia aberta no Salmo 91. Numa das paredes, estava pendurado um bordado com o Salmo 23 e, em outra, um quadro da Santa Ceia.

"Senhor Jesus", disse o rapaz, "em primeiro lugar, gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa. Conforme o Senhor deve saber, estou passando por algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda..."

"Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os seus pedidos, gostaria de conhecer a sua casa. Onde é o lugar que você dorme?"

No mesmo instante, o jovem se lembrou que guardava, no quarto, umas revistas terríveis e se apressou em dar uma desculpa:
"Não, Jesus! Lá, não! Meu quarto não está arrumado!"
"Bem", disse Jesus, "e a cozinha? Posso conhecer a sua cozinha?"

O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas de bebida que ele não gostaria que Jesus visse.
"Senhor, desculpe, mas prefiro que não", respondeu o rapaz, "a minha cozinha está vazia, não tenho nada de bom para Lhe oferecer."

Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa.
Pam, pam, pam...! Era alguém que batia furiosamente na porta. O rapaz se levantou assustado, e foi ver quem era. Ele abriu a porta meio desconfiado e viu que era o diabo. "Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o tentador.

"De jeito nenhum!", respondeu o rapaz. E assim começou a briga. Com muita dificuldade, o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.

Cansado, o rapaz voltou para sala e continuou: "Então, Jesus", disse ele, "como eu estava falando ao Senhor, estou necessitando de tantas coisas..."Outra vez, dos fundos da casa, vinha um grande barulho, como se alguém quisesse arrombar a porta. Era novamente o diabo: "Eu quero entrar!" E o diabo tentava entrar em todos os cômodos da casa. O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mantê-lo do lado de fora.

Ao voltar, contrariado, disse a Jesus:
"Eu não entendo. O Senhor está na minha casa e por que o diabo fica insistindo em entrar?".
"Sabe o que é, meu filho? É que na sua casa, você só me deu a sala", explicou Jesus. O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez uma faxina na casa para entregá-la aos cuidados do Senhor. Entregamos a Jesus só uma parte dele, apenas a sala, ficando as dúvidas a morar no quarto, o fracasso na cozinha, o medo na varanda. Então, lutamos e não vencemos, porque a casa está dividida.

Pense bem : sua casa e vida hoje são merecedoras da presença e atuação de Jesus?

terça-feira, abril 25, 2006

Andar com Deus

Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.
Uma pessoa intrigada com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu, e respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a
morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de
saltar na água..."

Quando vejo este relato lembro-me da importância de reconhecer a Deus em todos os meus caminhos, de querer tê-Lo sempre por perto e relacionar-me com Ele em todas as coisas, pois "O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam com sinceridade.". Assim, tudo o que fizermos, o faremos para Glória do Senhor, e Ele nos livrará de tudo aquilo que for ameaça para o cumprimento do Seu propósito em nossas vidas.
Um grande abraço. Agradeço ao meu amigo Hélio Mendes.

quinta-feira, abril 20, 2006

O valor da Comunhão

...Não busco o que é vosso, mas sim a vós (II Co 12.14)

Esta expressão me chama muitíssimo a atenção, na leitura da segunda carta de Paulo aos Coríntios. Antes de Paulo dizer isto, ele se alegra por dizer que aquelas pessoas(os coríntios) eram mesmo aquilo tudo de bom que ele tinha dito a respeito delas para Tito e para outros irmãos.

Nesta carta ele diz que por eles tanto viveria como até morreria, por amá-los verdadeiramente. Por outro lado, ele se sentia um tanto decepcionado pelo fato de os coríntios acolherem na igreja pessoas insinceras, aproveitadoras, que não desejavam o bem da comunidade, mas sim roubá-la, sendo ministros de satanás "transformados" em ministros da justiça.

Paulo, por ter convivido tanto tempo com aquelas pessoas, esperava deles o melhor, e isto é natural; quando nos afeiçoamos a alguém, jamais conseguiremos esperar dele ou dela qualquer decepção, ainda que saibamos que ele ou ela poderá decepcionar-nos.

Em nossa vida também nos afeiçoamos a muitas pessoas, creio que seja por causa da impressão positiva que elas nos causam. Num sentido espiritual podemos dizer que é a comunhão que nos faz assim.

Paulo também fala do consolo que os próprios coríntios lhe proporcionavam, a despeito dos sofrimentos pelos quais ele passava. A comunhão e o amor eram tão grandes que Paulo, com o fim de não dar ocasião àqueles que neste item quisessem arruinar-lhes o relacionamento, acusando-o injustamente, fez questão de jamais ser sustentado financeiramente (ser-lhes pesado) pelos coríntios, para provar-lhes sua sinceridade e leal interesse, ainda que eles lhe devessem isto, sendo ele obreiro do Senhor.

Assim vemos que consolo, amor e fidelidade são o que Paulo esperava daqueles irmãos(por quê?), porque tinha comunhão com eles.

É por causa da comunhão que nós esperamos de nossos irmãos o melhor. É também por causa da comunhão que Deus espera de nós o melhor.

Paulo defendeu com muito esforço não o seu ministério, a meu ver, mas a comunhão que ele tinha com os irmãos, e isto não é qualquer coisa.

Portanto, concluo, a comunhão é o nosso maior valor como Corpo de Cristo, pois isto é o que nos faz sentir-nos atraídos uns pelos outros. Se isto nos faltar, faltar-nos-á o amor, a vida e a fé que temos juntos, pelo Espírito que nos une e em nós está.

Que a Graça, o Amor e a Comunhão do Espírito Santo sejam sempre conosco, e que os laços jamais se rompam, ainda que alguma decepção ameace rompê-los no caminho da vida.

quarta-feira, abril 19, 2006

O Comerciante e a Balança

"O COMERCIANTE E A BALANÇA" (Autor Desconhecido)

Achei muito interessante a seguinte história:

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento."Por favor senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...".

Ele lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.

Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia à conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta.

Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher: -"Você tem uma lista de mantimentos?”

- "Sim", respondeu ela..

- "Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos"!

A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.

Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo.

Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:

" - Eu não posso acreditar!".

O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.

" - Eu não posso acreditar!".

Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada.

O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido...

Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:

"Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em Suas mãos..."

O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém.

O freguês pagou a conta e disse:
- "Valeu cada centavo...".


Nestes dias tenho realmente estado convencido de que a única forma de transformarmos verdadeiramente as circunstâncias com fé é por meio da oração. Temos visto coisas maravilhosas acontecendo por meio da oração. Talvez você me pergunte se eu vi um cego enxergando, ou um mudo falando ou um surdo ouvindo, e eu te direi não.
Mas digo que vi circunstâncias interiores sendo transformadas, vi a minha fé se fortalecendo juntamente com a de outros, e não digo a fé no visível, mas a fé no Deus invisível, que nos renova a esperança e aponta para nós o Caminho da Vida Eterna, que vale mais do que a cura neste século e a morte na eternidade, não desprezo jamais a ação sobrenatural de Deus no visível, nos sinais e prodígios, é claro.

Quando orarmos creio que devemos orar esperando que se cumpra o que pedimos, sem duvidarmos, como diz Tiago. O agir, a resposta vem de Deus, mas o pedido parte de nós, com autorização da própria Palavra de Deus.

Amém.

sexta-feira, abril 07, 2006

Primeiros dias

No princípio era um sonho, que se converteu em um grande desejo, que se converte em projeto... que está sendo implementado. Pouco a pouco tomaremos forma. Nosso desejo é edificar.